Surtos de febre amarela no Brasil

Em dezembro de 2016, todo o Brasil entrou em situação de preocupação com a saúde por causa de uma epidemia de febre amarela que assolou várias regiões do país. De lá para cá, houve diversas suspeitas de casos e muitas mortes que geraram transtorno para toda a população e levantaram uma campanha de nível por parte do Ministério da Saúde.

Até o último dia 27 de abril, foram notificadas cerca de 400 mortes por causa da doença, com o número de infecções chegando ao número acima de 700 e mais de 1,5 mil casos foram descartados pelos órgãos de medicina espalhados por todo o Brasil.

Até então, o surto está sendo caracterizado como de perfil silvestre pelo governo brasileiro. As maiores incidências estão em locais próximos das regiões urbanas de São Paulo e Rio de Janeiro.

Isso significa que os mosquitos de áreas de cidade, como o Aedes aegypti, não estão relacionados com essa doença. Os especialistas consideram que as infecções acontecem por causa de agentes como os mosquitos Haemagogus e Sabethes, com acontecimentos assíduos também nas áreas de Minas Gerais e também Espírito Santo.

Na tentativa de combate, o governo brasileiro busca a vacina como alternativa para vencer essa epidemia. Dados do Ministério de Saúde confirmam que cerca de 23 milhões de vacinas foram distribuídas nas regiões consideradas de risco para a disseminação da moléstia.

Conheça um pouco mais sobre essa doença:

  • A febre amarela é causada por um vírus de transmissão feita por mosquitos, nas formas urbana ou silvestre;
  • A doença é aguda e hemorrágica com a característica de causar amarelidão no corpo do infectado;
  • Essa febre amarela se classifica como arbovirose e está na mesma família da dengue e Zika vírus.

Os sintomas desta doença incluem:

  • Febre;
  • Dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas;
  • Dor de cabeça;
  • Perda de apetite;
  • Náuseas e vômito;
  • Olhos, face ou língua avermelhada;
  • Fotofobia;
  • Fadiga e fraqueza.

Em casos de suspeita da doença, deve-se ressaltar que é de extrema importância que um médico acompanhe o caso para que a melhor solução para o problema seja aplicada.

 

 

Cresce o número de beneficiários de planos de saúde em fevereiro

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou em seu portal da web uma informação que mostra como os planos de saúde parecem dar uma reviravolta no mercado de assistência de medicina. O número de beneficiários cresceu no mês de fevereiro de 2017, o que se opõe aos 19 meses anteriores que mostraram queda na quantidade de clientes. Leia Mais

A morte de Marisa levanta questões sobre cuidados com o AVC

Apesar de todas as brigas políticas e crises que o Brasil passa atualmente, algo que mexeu com a emoção do povo foi o falecimento de Marisa Letícia, esposa de Luiz Inácio Lula da Silva. A esposa do ex-presidente, que auxiliou o seu marido na presidência da república no período entre 2003 e 2010, sofreu de um acidente vascular cerebral de perfil hemorrágico (AVC) e acabou chegando ao óbito no dia 3 de fevereiro de 2017, após ficar dez dias internada na luta contra essa infelicidade. As complicações do caso causaram a interrupção do fluxo cerebral, um fator chave para a morte de Marisa. Leia Mais

Gasto público do Brasil com saúde é inferior à média mundial

Uma constatação da organização Mundial de Saúde (OMS) diagnosticou que o gasto público do Brasil com saúde é inferior à média mundial, que é US$ 2,8 mil a cada cidadão. O governo brasileiro destina, apenas, cerca de US$ 512,00 por ano.

A OMS também constatou que a maior parte com gastos em saúde realizados pelos brasileiros continua sendo arcada pelo bolso do paciente, seja por planos de saúde ou pagamento privado. Em números, 47,5% da conta final da saúde é desembolsada pelo poder público, contra 52,5% da conta para o cidadão, ao contrário da média mundial, que é 57,6% dos gastos com saúde pelo governo contra 42,3% pagos pelos cidadãos. Leia Mais