Entenda de uma vez por todas  o que significa o termo genérico

Doenças podem acometer qualquer indivíduo e de uma forma que muitas vezes não é prevista pelas pessoas atingidas. Quando alguém fica com a saúde debilitada, é natural existir a preocupação que culmina em uma consulta com um especialista da área de saúde. Seja pelo sistema de saúde público ou então de forma particular, é fato que após a visita de um médico, a pessoa que não está bem provavelmente recebe uma receita para os medicamentos que devem ser ingeridos na busca pela cura e restauração do organismo. Com isso, surge a curiosidade sobre os remédios genéricos que invadiram as farmácias de todo o país e oferecem opções diferenciadas para o consumidor.

Um remédio desse caráter geralmente ocupa boa parte das prateleiras de lojas de medicamentos que estão próximas das residências das pessoas. Ao pedir orientação de um farmacêutico, muitas vezes a melhor justificativa para a compra do genérico está no preço que se encontra mais acessível e barato.

Os profissionais também alegam, em alguns casos, que esse perfil de remédio possui a mesma fórmula do original, o que causa mais confiança pois o comprador pensa que está com o mesmo medicamento mas por um preço mais em conta.

Existem basicamente três principais diferenças encontradas entre os remédios originais e aqueles que são considerados de outra linha. O primeiro deles é o medicamento conhecido como “de referência”. Estes possuem índice de eficácia terapêutica e comprovação certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Existem três regras gerais que certificam um remédio como “de referência”.

Ele precisa ser homeopático, filoterápico ou então alopático. Além disso, deve haver comprovação laboratorial e de estudo sobre sua segurança e qualidade. Já os remédios genéricos são aqueles nos quais há o mesmo princípio ativo químico de um remédio de referência. Ou seja, sua embalagem possui a letra G e uma tarja amarela de identificação.

Os genéricos têm sua fase de produção com aprovação e teste da ANVISA para a substituição de um medicamento de referência. Além do mais, sua fabricação ocorre depois do período de expiração ou renúncia da patente e de outros direitos de exclusividade do medicamento. Para mais informações, consulte um profissional da área.

 

 

O uso e outros cuidados sobre os anticoncepcionais

Os medicamentos anticoncepcionais fazem parte do universo feminino na sociedade moderna. Com o desenvolvimento do ser humano e seus métodos de melhorar a vida das pessoas, a medicina foi capaz de elaborar formas variadas de sanar as necessidades das mulheres, que passaram a confiar em uma ferramenta muitas vezes eficaz para evitar uma gravidez não planejada ou então adquirir equilíbrio e controle hormonal. Os especialistas mostram que há inúmeras vantagens para o corpo feminino com a utilização dos anticoncepcionais, mas deve-se esclarecer que tudo exige um cuidado para que o que foi criado para beneficiar não traga situações indesejadas.

Existem muitas funções desempenhadas pelas pílulas anticoncepcionais. Além da prevenção da gravidez, ou seja, de ser um método contraceptivo, esses medicamentos funcionam como um regulador das tensões pré-menstruais, conhecidas por TPM.

Esse período delicado que ocorre normalmente uma vez por mês com as mulheres é caracterizado por fadiga, alteração do apetite, dores de cabeça, inchaço, distúrbio do sono, entre outras reações que variam de mulher para mulher.

Além do mais, algumas mulheres passam a reter um nível alto de líquidos e assim os medicamentos controlam o nível hormonal e passam a estabilizar esse quadro que muitas vezes pode ser considerado uma bagunça dentro do organismo feminino.

Por ter essa tarefa reguladora do sistema orgânico das mulheres, os medicamentos anticoncepcionais conseguem, muitas vezes, ser eficazes em casos de pessoas que possuem um ciclo menstrual irregular.

Essas situações geram estresse elevado pois tornam a menstruação algo imprevisível e que pode pegar a mulher de surpresa em situações constrangedoras. Por isso, esses remédios trazem um ciclo regular e geram mais segurança e comodidade para elas.

Além disso, essas medicações também se mostraram muito completas no combate contra desordens do sistema hormonal e reprodutivo feminino. Há inúmeros casos de patologias como ovário policístico, infertilidade e outras situações desagradáveis e que prejudicam o bem-estar do sistema humano.

Com isso, muitas pílulas são recomendadas desde a adolescência, que é a fase em que o corpo da mulher começa a trabalhar com a ovulação. Deve-se, no entanto, haver sempre o cuidado e a orientação de um especialista na área, pois assim como qualquer outro medicamento, os anticoncepcionais utilizados sem cuidado podem causar efeitos colaterais.

 

A polêmica dos medicamentos à base de canabidiol

A revolução da medicina e a melhoria nos sistemas de remédios, que acompanham a evolução dos tempos modernos, permitem que haja o desenvolvimento cada vez maior de substâncias benéficas e que combatem uma ampla gama de doenças. Isso também abre margem para a criação de remédios polêmicos, como no caso daqueles que tem como princípio base o canabidiol, composto relacionado com a maconha, mas que já provou ser muito eficaz em seu uso regulamentado por um profissional de saúde. Leia Mais