A história evolutiva da força masculina

Sabe-se que existem diversas diferenças no corpo masculino e feminino. É fato também que os homens são, geralmente, mais forte que as mulheres e isso vem de um processo muito longo que data desde a Idade da Pedra. Antigamente, as funções de homens e mulheres na sociedade primitiva já eram moldadas para que a convivência fosse possível. Basicamente, tudo era dividido em caça para os machos e coleta e cuidado para as fêmeas. Assim, a evolução da espécie humana fez com que o corpo de cada gênero fosse adaptado para que as tarefas de caça e coleta fossem desempenhadas da melhor forma possível.

Assim, naturalmente, sabe-se que a atividade de caça exige maior resistência física para o ser humano e isso se aplicou ao sexo masculino. Dessa maneira, a evolução permitiu que os homens tivessem mais músculos, mais força física, melhor visão noturna e consequentemente mais resistência a aspectos como frio e calor extremos e outras situações adversas que frequentemente ocorrem na natureza. Por outro lado, a mulher passou a ter uma visão mais estratégica e detalhista, com bastante foco na realização de diversas tarefas simultaneamente.

A pré-história é a principal responsável por estabelecer esse ritmo de vida que interfere nas relações sociais até a atualidade. As diferenças morfológicas de corpo masculino e feminino também incluem a moldura do corpo. Evolutivamente, as mulheres foram encarregadas da função de transportar uma criança. Por isso, o quadril delas é mais largo que o masculino enquanto os homens possuem um corpo mais ágil e forte para a busca de suprimentos para a prole e também em possíveis lutas que ocorriam contra outros homens para a busca de alimento.

Com isso, as mulheres tendem a desenvolver um corpo mais curvilíneo. O metabolismo é o principal responsável por essa diferença no corpo de cada um, pois os homens tendem a possuir maior facilidade para a queima de calorias, enquanto as mulheres convertem a comida em gordura, que se dissemina para as regiões dos seios, coxas e nádegas, principalmente. Por fim, conclui-se que cada um tem um papel fundamental para a manutenção da espécie e a natureza tem sido sempre muito inteligente para o desenvolvimento do ser humano.