Leite da mãe é insubstituível

A chegada de um integrante novo na família é sempre motivo de alegria e agradecimento. Pais, avós, tios e outros membros ficam ansiosos pela recepção do novo bebê, que chega ao mundo como um ser frágil e que necessita dos maiores cuidados existentes. Sem largar a mãe, que colocou a criança no mundo, há o constante hábito de amamentação, que ocorre em diversas situações e horas do dia. O leite materno é de crucial importância para a saúde e manutenção do bem-estar do bebê, pois ele é a única fonte de alimento durante os primeiros momentos da vida do recém-nascido.

Salvo algumas exceções, todos os bebês têm que passar pelo processo de amamentação natural que ocorre através do peito da mãe. A mudança hormonal que ocorre no corpo da mulher permite que ela consiga fornecer alimento durante esse momento de carinho e afeto que apenas mãe e criança conhecem.

O ato de amamentar é tão importante que no Brasil existe o dia nacional de amamentação, que ocorre em todo dia 1 de outubro de cada ano. Além de alimentar a criança, esse ato demonstra proteção e amor ao filho. Por isso, é importante entender os principais benefícios dessa atitude.

Em comparação com as fórmulas infantis e outros alimentos fabricados de forma sintética, ou seja, que não provém naturalmente,  é possível afirmar que o alimento produzido pela mãe é o mais eficaz e completo na estruturação da imunidade da criança, que passa a garantir mais proteção contra infecções e doenças.

Além do mais, o leite materno está associado com um baixo índice de obesidade futura, pois ele organiza o sistema do bebê e regulariza as atividades em equilíbrio.

Veja mais informações relevantes sobre o quadro nutricional do leite materno de acordo com uma quantidade por 100 gramas:

  • Calorias – 70
  • Gorduras Totais – 4,4 g
  • Gorduras Saturadas – 2 g
  • Gorduras Poliinsaturadas – 0,5 g
  • Gorduras Monoinsaturadas – 1,7 g
  • Colesterol – 14 mg
  • Sódio – 17 mg
  • Potássio – 51 mg
  • Carboidratos – 7 g
  • Fibra Alimentar – 0 g
  • Açúcar – 7 g
  • Proteínas – 1 g
  • Vitamina A – 212 IU
  • Vitamina C – 5 mg
  • Cálcio – 32 mg
  • Ferro – 0 mg
  • Vitamina D – 3 IU
  • Vitamina B6 – 0 mg
  • Vitamina B12 – 0,1 µg
  • Magnésio – 3 mg

 

 

A importância da realização do teste do pezinho

É sempre a maior alegria para um casal quando há o nascimento de um bebê. O planejamento de muito tempo se torna realidade e durante os 9 meses que a mãe carrega a criança em seu ventre, as famílias do casal voltam a atenção para o sucesso no desenvolvimento do feto e também para a curiosidade de ver os traços do rosto da criança.

A admiração é sempre algo inevitável pois o nascimento de uma nova vida é algo mágico e que mexe com o emocional de qualquer um. Assim, cuidar da saúde desde os primeiros minutos de vida do recém-nascido é a principal tarefa dos pais, o que inclui a realização do teste do pezinho.

Gratuito no Brasil desde 1992, esse exame é de crucial importância para a manutenção da qualidade de vida do bebê e deve ser realizado até os primeiros cinco dias de vida da criança. Ele é tão fundamental no processo de nascimento que ganhou um dia especial de comemoração, datado para o dia 6 de junho.

Esse exame é uma triagem neonatal realizada de forma fácil, pois há apenas uma leve picada no pé do neném em seu calcanhar que pode salvar a vida dele. Com essa atitude, o médico consegue detectar de forma precoce algumas doenças sérias que podem prejudicar o crescimento da criança.

Os maiores exemplos são fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, anemia falciforme, hiperplasia adrenal congênita e a deficiência de biotinidase. Conheça um pouco mais sobre cada uma delas:

  • Fenilcetonúria

Deficiência do aminoácido fenilalanina. O acúmulo no corpo do bebê pode causar deficiência mental.

  • Hipotireoidismo congênito

Falta do hormônio da tireoide. Isso pode causar retardo mental e complicação do desenvolvimento físico.

  • Fibrose cística

Causa as infecções respiratórias e gastrointestinais, nos pulmões e pâncreas por causa do aumento da viscosidades das secreções. É incurável.

  • Anemia falciforme e outras hemoglobinopatias

Alteração da hemoglobina que dificulta a circulação, podendo afetar quase todos os órgãos. Essa doença pode causar anemia, atraso no crescimento e dores e infecções generalizadas. Também é incurável.

  • Hiperplasia adrenal congênita (HAC)

Seu caráter é genético e atinge duas glândulas suprarrenais que se localizam acima dos rins, que ficam impedidos de funcionar corretamente, o que prejudica a produção de hormônios essenciais para o corpo, como o cortisol e a aldosterona.

  • Deficiência de biotinidase

Também tem o perfil genético, no qual o organismo não é capaz de obter a enzima biotinidase, o que atrapalha o processamento do metabolismo de alimentos pelo organismo.

 

Carências da criança após o parto

Dar a luz é algo mágico que acontece em muitas famílias pelo mundo afora. Há todo um planejamento para a recepção desse novo ser que muda para sempre a vida dos pais e familiares envolvidos no acontecimento. Uma das maiores preocupações se trata da saúde do recém-nascido e da mãe, pois eles estão diretamente envolvidos nos momentos mais cruciais que envolvem a vida. Por isso, com a má reputação existente nos trabalhos do governo brasileiro em questão de saúde pública, percebe-se que é importante a contratação de uma apólice de assistência à saúde suplementar para o cuidado com os bebês e também entender como funcionam as carências.

Os pequenos são seres totalmente frágeis e que necessitam de atenção e cuidado. Por isso, julga-se fundamental elaborar uma estratégia eficiente para cuidar da melhor forma do bem-estar de mãe e filho. Para isso, diversas bandeiras de medicina são capacitadas com programas eficientes e que zelam pela qualidade de vida dos principais envolvidos em uma gestação. Além disso, é importante entender como funcionam as carências de uma maneira clara e objetiva, para que não existam transtornos em momentos tão importantes para uma família.

De acordo com especialistas é importante pesquisar de forma assídua sobre as modalidades e principalmente até a quinta semana de gestação para a aquisição de um plano de saúde. Até 1998, havia um perfil de regras, mas após esse período, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu uma série de requisitos mínimos que devem ser obedecidos pelas operadoras de saúde para a implantação do serviço no mercado brasileiro.

O contratante precisa ter em mente que o plano adquirido precisa ter o caráter de obstetrícia incluso, pois assim a mãe e o bebê terão proteção e segurança em geral para todo o processo gestacional. As principais carências para os recém-nascidos abrangem questões como:

  • 300 dias para cobrir os custos do parto;
  • Atendimento gratuito ao bebê nos primeiros 30 dias de vida;
  • Os planos com cobertura integral são os de perfil ambulatorial mais hospitalar, com obstetrícia. Esses dão direito a consultas, exames, procedimentos ambulatoriais, internações e parto. Os planos hospitalares com obstetrícia cobrem apenas internações e parto.

No entanto, é importante consultar um profissional de planos de saúde para esclarecer outras dúvidas que possam surgir sobre a contratação.

 

Principais cuidados com o seu filho recém-nascido

Uma nova vida na família é sempre motivo para comemoração. Crianças alegram os lares e trazem muitas vezes motivação para os pais continuarem na luta por uma vida melhor. Por isso, quando um novo membro da família surge, todos ficam mobilizados e curiosos para saber como o recém-nascido vai se desenvolver. Aos pais, apesar da intensa alegria, cabe o papel de responsabilidade máxima sobre os filhos, já que os pequenos são seres frágeis e totalmente dependentes dos mais velhos, o que requer cuidados essenciais. Leia Mais

Como lidar com as cólicas do bebê

Os desafios existentes para pais e mães são diversos, sejam eles solteiros ou casados, pois as crianças chegam ao mundo como seres extremamente frágeis e totalmente dependentes dos responsáveis. Sabe-se também que é natural os pais do bebê se encontrarem em situações de difícil solução, como no caso das cólicas dos pequenos. Leia Mais